BLOG – NFD25 – vRNI ( VMware vRealize Network Insight )

Olá Pessoal,

Continuando nossa série de posts para detalhar as sessões do “Networking Field Day“, hoje iremos tratar um pouco sobre apresentação da VMware.

Eu já escrevi sobre uma análise/instalação do vRealize, entretanto voltado mais para as questões de log e o consumo dessa base para outras caracteristicas de análise, porém a sessão apresentada tem uma abordagem totalmente diferente mesmo sendo o mesmo nome de produto (vRealize).

Como podem imaginar as características dessa ferramenta está muito mais voltada para as questões de visualização da rede, ou seja, fluxos de trafégo de seu ambiente, portanto, trazendo essas percepções e entendimento do que estamos trafegando, com um olhar mais clínico no caminho fim-a-fim.

Um dos pontos interessante abordados na sessão, como já exposto é observar a comunicação fim-a-fim, com isso temos a denominação que “não devemos excluir nosso underlay“, portanto não fique focado apenas no entendimento do “overlay“, isso mostra que mesmo sendo empresa de virtualização os 0s e 1s de alguma forma trazem o entendimento e pode demonstrar os problemas/gargalos dentro de nosso ambiente. Veja abaixo:

Desta forma você pode conferir com maiores detalhes as abordagens em relação a visualização de monitoração da rede.

Devemos também lembrar sobre aquisição da Veriflow em 2019, que foi justamente baseado nessa abordagem que seria introduzido no vRNI, portanto já temos raízes bem fortalecidas dentro da ferramenta e consequentemente uma evolução sobre criar a visibilidade e a verificação por intenção, para assim facilitar muitas vezes em seu troubleshooting.

Desta forma, muitas das empresas sempre trazem as menções sobre ML (Machine Learning), para que isso seja inovador e que tenhamos as corretas impressões que a ferramenta esta tratando/processando seus dados para dar a visibiidade necessária, conforme abaixo:

Como sempre gostamos de visualizar “We love demos!!“, o interessante é avaliar quais são os dados demonstrados pela ferramenta e se você como operador vai interpretar aqueles gráficos. Pensando dessa forma foi demonstrado um caso de migração de ferramentas on-premises para a cloud, na qual temos agregado o HCX executando um “L2 extension“, na qual eles utilizam os fluxos de rede como base para descobrir as aplicações, fazendo assim até que uma diversão para nos engenheiros de rede. 🙂

Segue o video, bem como o fluxo para seguirmos em relação a transição do on-premises para a cloud.

E para concluir minha análise gostaria de mencionar sobre as questões do “intent“, ou seja, as intenções para a verificação e a detecção dos problemas, pois dentro dessa perspectiva o vRNI pode consumir os fluxos de “o que está acontecendo” e declarar a partir dos dispositivos para ver “o que pode acontecer“, bem como as intenções modeladas a partir do cliente. Assim como os “insights” dos fluxos das já descobertos anteriormente, pode permitir ao vRNI tomar decisões inteligentes sobre o que é uma anomalia, quais intenções não estão sendo cumpridas dentro da rede e o que não pode ser verificado. Apenas como resumo para visualizar conforme abaixo:

Vale ressaltar que a parte mais legal desta brincadeira foi que ela não é apenas utilizável para dispositivos VMware, mas também para outros fornecedores. Podemos considerar switches e roteadores da rede no underlay, bem como o estado e os fluxos que podem ser capturados. Devido a isso, vale a pena conferir a matriz de compatibilidade dos devices, bem como aqueles onde temos o recurso para visualizar “Network Verification and Assurance“.

Segue o video com todos esses temas sendo abordado.

Nessas apresentações tivemos mais algumas informações, na qual recomendo conferir essas sessões através do site do Tech Field Day.

Conclusão

Como havia mencionado no ínicio do post eu havia visto já os parâmetros em relação ao Log Insight, porém fiquei bem empolgado em visualizar esses recursos agora de fato voltado para a parte de “Network“.

Fiquei impressionado com a visibilidade e a relação que podemos ter com diversos parâmetros para obter de fato a questão da intenção de rede. Desta forma, também achei interessante a questão de associar-se com outros vendors, capturando fluxos e dando a visibilidade por exemplo de um “traceroute” tanto para encaminhar o pacote, como associação para que o destino retorne aquele pacote, fazendo assim avaliação fim-a-fim (end-user to application) em uma única tela ambas as informações para serem confrontadas.

Espero que vocês tenham gostado e fiquem à vontade para comentar e compartilhar informações para esse tópico. 🙂

Abs,
Rodrigo

Disclaimer: Gelstalt IT, the organizers of Networking Field Day, invited me to be a delegate, no gifts or swag influenced my decisions in writing this blog post. I do not receive cash compensation as a delegate. Also, I do not receive compensation for writing about or promoting Networking Field Day, all thoughts are my own and writing from my keyboard.

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