jul 18 2017

Ansible – Execução da Playbook

Olá Pessoal,

   Como já venho tratando sobre esse tópico em nossos posts anteriores, hoje venho aqui para explicar um pouco sobre o processo de execução de nosso playbook criado para rodar dentro da plataforma do Ansible.

   Como já fizemos as tratativas dos arquivos de ” hosts “, também conhecido como inventário, e também uma forma prática de criar um arquivo de senhas para acesso aos nossos equipamentos, a ideia seria irmos para a criação de nosso ” playbook “, porém achei mais interessante trazer antes de que forma é composto o playbook para que possamos acessar as bibliotecas, e assim obter as configurações e execução de nosso python por trás de toda a estrutura.

   Segue abaixo os componentes que podemos considerar para que toda a estrutura implementada no ansible possa executar.

Dentro desse propósito explico os ítens atrelado a essa estrutura:

  • Inventory = Arquivo que hospeda todas as definições dos seus equipamentos atrelados aos seus IPs de gerenciamento de sua infraestrutura, ou até mesmo através de um resolução de DNS.
  • Modules = Nesse caso podemos definir como sendo o modulo que roda todas as classes dentro do Ansible. Podemos mencionar aqui toda a estrutura do ansible galaxy, instalação / atualização para o Ubuntu, modulos de networking, monitoração, etc
  • Ansible Config = Essa configuração já é definida na própria instalação do software, porém é nesta base que temos visualizar e obviamente torna-se um item importante para fazer a conexão ao nosso ambiente de script que está acoplado ao Python. Em nossos testes posteriores não iremos fazer nenhuma tratativa nesse arquivo, pois não iremos cobrir alterações dentro dessa estrutura.
  • Python = Essa biblioteca já vem instalada com o software e são dessas bibliotecas que acessamos para os parametros relacionados aos equipamentos, em nosso caso estamos usando especificamente para questões dos modulos para Cisco.
  • Playbook = Nele podemos ter diferentes “ plays “, ou seja, pode existir chamadas arquivos remotos, como eu expliquei anteriormente sobre utilização do arquivo ” secret.yaml ” para fazer as tratativas dos usuário/senhas. Basicamente é um conjunto de tarefas usando os módulos, executados em um conjunto definido de hosts, tendo assim a execução em sequencia aos seus passos criados dentro do ” playbook “. Veja abaixo o exemplo:

   Desta forma temos a estruturação de nosso ” playbook “, para que assim possamos pensar nas etapas de consulta ou configuração de nossos equipamentos. Em nosso próximo post irei trazer as configurações executadas para que possamos fazer a captura do arquivo de configuração dos equipamentos via ansible e assim salvar em um diretorio especifico.

Abs,
Rodrigo

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