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        <title>Written on Cisco Redes</title>
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        <description>Recent content in Written on Cisco Redes</description>
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        <lastBuildDate>Thu, 23 Feb 2017 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://ciscoredes.com.br/tags/written/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml" /><item>
            <title>Mudanças para o CCIE / CCDE – Written e LAB</title>
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            <pubDate>Thu, 23 Feb 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2017/02/CCIE-Sem-especificacao.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post Mudanças para o CCIE / CCDE – Written e LAB&#34; /&gt;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2017/02/CCIE-Sem-especificacao.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Gostaria de passar uma notificação para os estudantes que estão estudando forte para a prova do &lt;strong&gt;CCIE&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;CCDE&lt;/strong&gt;. Ontem a Cisco fez o anuncio da forma que ela vai trabalhar nas atualizações de suas provas para todas as torres de certificações &lt;em&gt;Expert&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Segue abaixo uma explicação sobre essas atualizações:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Agile-CCIE-Certification.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Baseando-se na informação acima o que teremos de alteração é que anualmente será criado sub-versões com pequenas alteração nos conteúdos ( &lt;em&gt;&lt;strong&gt;blueprint&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ) tendo em vista a renovação tecnológica que anualmente ocorre em nosso mercado. E a cada 3 ou 5 anos teremos uma mudança completa da prova, lembrando que isso aplica-se para prova &lt;strong&gt;Written&lt;/strong&gt; e de &lt;strong&gt;Laboratório&lt;/strong&gt;. Quem está na trajetoria para certificação &lt;strong&gt;Service Provider&lt;/strong&gt;será a primeira a experimentar esse novo conceito.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Eu sinceramente entendo esse ponto em termos essas alterações, porém eu menciono que concordo 50 / 50 onde consigo visualizar pontos positivos e negativos nessa nova abordagem. O que vocês acham?&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Segue o link para consulta dessa notificação do &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://learningnetwork.cisco.com/community/expert-level-certifications-agile-blueprints&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;CCIE Agile&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>SNMP – Parte 4</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2013/12/06/snmp-parte-4/</link>
            <pubDate>Fri, 06 Dec 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/12/SNMP-Parte4.png&#34; alt=&#34;Featured image of post SNMP – Parte 4&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Conforme mencionado em nosso ultimo &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/snmp-parte-3/&#34;  title=&#34;SNMP – Parte 3&#34;&#xA;    &gt;post&lt;/a&gt;, vamos mostrar como podemos configurar os equipamentos para trabalhar dentro de um ambiente proativo e não reativo.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Vamos partir do principio que nosso &lt;strong&gt;” Gerente SNMP “&lt;/strong&gt; já esta configurado utilizando alguma ferramenta mostrada anteriormente, ou seja, vamos trabalhar somente em nosso &lt;strong&gt;” Agente  SNMP “&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/12/SNMP-Parte4.png&#34; alt=&#34;SNMP-Parte4&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  No SNMP a &lt;strong&gt;” community&lt;/strong&gt; ” é uma palavra-chave compartilhada entre os gerentes e agentes que deve ser utilizada no processo de configuração dos nós. Segue abaixo como podemos habilitar essa configuração:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;CiscoRedes(config)# access-list 10 permit 10.10.10.1&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes(config)# snmp-server community Cisco RO 10&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes(config)# snmp-server host 10.10.10.1 version 2c Cisco&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes(config)# snmp-server enable traps&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes(config)# snmp-server trap-source Loopback10&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes(config)# snmp-server location “Sala RH – Predio 5”&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes(config)# snmp-server chassis-id “Router 1941/K9”&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Na primeira linha criamos uma ACL para permitir que somente o &lt;strong&gt;” Gerente SNMP “&lt;/strong&gt; possa monitorar nosso equipamento, ou seja, se qualquer outro IP que não seja o permitido na ACL não conseguirá capturar as informações de SNMP. Vale lembrar que através de SNMP podemos manipular o equipamento como se estivessemos na console do equipamento.  Nas linhas seguintes informamos a community, o endereço da estação gerente, a versão do SNMP, além de habilitarmos o equipamento para enviar traps ao gerente.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Essas traps são mensagens importantes porque por padrão o gerente somente recebe informações do agente mediante solicitação. As traps permitem que os agentes enviem mensagens de notificação ao gerente caso algo inesperado aconteça, como por exemplo a queda de um link. O comando &lt;strong&gt;” snmp-server enable traps “&lt;/strong&gt; habilita todas as traps, no entanto existem vários outros parâmetros que nos permitem escolher quais notificações queremos. Podemos consultar cada evento através desse &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/netmgmt/command/reference/nm_book.html&#34;  title=&#34;Cisco SNMP&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;link&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Enfim nas últimas linhas inserimos informações de qual interface vai ser utilizada como origem para chegar ao &lt;strong&gt;” Gerente SNMP “&lt;/strong&gt; e localização do dispositivo bem como seu modelo. Essa é uma boa prática para identificar rapidamente o dispositivo na estação gerente.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Baseado nesse comandos já temos nosso equipamento configurado para que ele seja monitorado proativamente, ou seja, se algum evento acontecer nele ( link down, alto processamento, temperatura elevada ) nosso &lt;strong&gt;” Gerente SNMP “&lt;/strong&gt; será notificado e desta forma podemos atuar para evitar maiores danos ao ambiente.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para o próximo post iremos tratar sobre como validar o status de SNMP no &lt;strong&gt;” Cliente SNMP “.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;&lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/12_2/configfun/configuration/guide/fcf014.html&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/12_2/configfun/configuration/guide/fcf014.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>SNMP – Parte 3</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2013/10/23/snmp-parte-3/</link>
            <pubDate>Wed, 23 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2013/10/23/snmp-parte-3/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Cacti.png&#34; alt=&#34;Featured image of post SNMP – Parte 3&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Como falado no post &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/snmp-parte-2/&#34;  title=&#34;SNMP – Parte 2&#34;&#xA;    &gt;anterior&lt;/a&gt; hoje vamos trazer algumas informações sobre as ferramentas de monitoramento.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt; O mercado como todo outro é suportado pelas ferramentas &lt;strong&gt;” open-source “,&lt;/strong&gt; free e pelas pagas, onde cada fabricante vai querer mostrar um diferencial para conquistar seus clientes e efetivamente tentar oferecer um serviço de qualidade e confiabilidade para sua rede, trabalhando no seu papel de proativo.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  A ideia aqui não é demonstrar qual a ferramenta é melhor ou não, pois esse não é o intuito, mas sim mostrar as opções para que vocês analisem dentro da sua estrutura e optem pela opção mais desejada, e como consequência consiga atender seus requisitos internos.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Todas as ferramentas demonstradas aqui exercem o mesmo papel como falado nos posts anteriores, ou seja, elas vão trabalhar com seu agente e cliente capturando através do SNMP utilizando as ” community ” configuradas nos equipamentos e as relações de OID definidas pelo padrão gerenciado pelos orgãos administradores.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Segue abaixo a relação de ferramentas que coloquei como exemplo, lembrando que podemos ter diversas ferramentas não mencionadas nesse post.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cacti&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Cacti.png&#34; alt=&#34;Cacti&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para descobrir mais sobre essa ferramenta acesse o link &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://cacti.net/index.php&#34;  title=&#34;Cacti&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://cacti.net/index.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;MRTG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/10/MRTG.png&#34; alt=&#34;MRTG&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para descobrir mais sobre essa ferramenta acesse o link &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://oss.oetiker.ch/mrtg/&#34;  title=&#34;MRTG&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://oss.oetiker.ch/mrtg/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nagios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Nagios.png&#34; alt=&#34;Nagios&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Para descobrir mais sobre essa ferramenta acesse o link &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://nagios.org/&#34;  title=&#34;NAGIOS&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://nagios.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Smarts&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Smarts.png&#34; alt=&#34;Smarts&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para descobrir mais sobre essa ferramenta acesse o link &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://brazil.emc.com/index.htm&#34;  title=&#34;Smarts&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://brazil.emc.com/index.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PRTG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/10/PRTG.png&#34; alt=&#34;PRTG&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para descobrir mais sobre essa ferramenta acesse o link &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.de.paessler.com/prtg/download&#34;  title=&#34;PRTG&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://www.de.paessler.com/prtg/download&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Espero que vocês consigam optar por algumas dessas e utilizar em seu ambiente de trabalho.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt; No próximo post iremos mostrar as configurações que devemos colocar nos equipamentos para habilitar o SNMP e efetivamente capturar essas informações. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>SNMP – Parte 2</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2013/09/05/snmp-parte-2/</link>
            <pubDate>Thu, 05 Sep 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2013/09/05/snmp-parte-2/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/08/SNMP-parte2.png&#34; alt=&#34;Featured image of post SNMP – Parte 2&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Dando sequencia sobre o protocolo SNMP, na qual foi visto &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/snmp-parte-1/&#34;  title=&#34;SNMP – Parte 1&#34;&#xA;    &gt;anteriormente&lt;/a&gt;, vamos hoje tratar sobre &lt;strong&gt;MIBs&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Todos os objetos concedidos pelo SNMP devem ter nomes únicos definidos e atribuídos. Além disso, o Gerente e o Agente devem acordar os nomes e significados das operações GET e SET. O conjunto de todos os objetos SNMP é coletivamente conhecido como MIB ( &lt;strong&gt;Management Information Base&lt;/strong&gt; ). O padrão do SNMP não define a MIB, mas apenas o formato e o tipo de codificação das mensagens. A especificação das variáveis MIB, assim como o significado das operações &lt;strong&gt;GET&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;SET&lt;/strong&gt; em cada variável, são especificados por um padrão próprio.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Segue o descritivo:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;GET&lt;/strong&gt; = para obter um valor do dispositivo&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;SET&lt;/strong&gt; = para colocar um valor no dispositivo&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;  A definição dos objetos da MIB é feita com o esquema de nomes do ASN.1, o qual atribui a cada objeto um prefixo longo que garante a unicidade do nome, a cada nome é atribuído um número inteiro. O SNMP não especifica um conjunto de variáveis, e como a definição de objetos é independente do protocolo de comunicação, permite criar novos conjuntos de variáveis MIB, definidos como padrão, para novos dispositivos ou novos protocolos. Por isso, foram criados muitos conjuntos de variáveis MIB que correspondem aos protocolos como UDP, IP, ARP, assim como variáveis MIB para hardware de rede como Ethernet ou FDDI, ou para dispositivos tais como bridges, switches ou impressoras.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  A MIB pode estar no seu gerente ou pode estar no cliente, entretanto como o gerente está consultado constantemente seu cliente a MIB sempre vai ser consultada no destino para obter as informações necessárias para sua visualização. Nós temos a &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.ietf.org/rfc/rfc3418.txt&#34;  title=&#34;RFC 3418&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;RFC 3418&lt;/a&gt; que irá trazer as informações detalhada das MIBs, entretanto segue uma figura para demostrar de forma mais sucinta:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/08/SNMP-parte2.png&#34; alt=&#34;SNMP-parte2&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Nos temos duas versões de MIB. Na MIB-I, ou seja, no primeiro nível da árvore encontram-se os nós que definem 3 subárvores, destinadas aos órgãos responsáveis pela padronização das MIB’s. No segundo e terceiro níveis encontram-se os nós que definem os órgãos responsáveis pela administração de uma determinada subárvore, que no caso apresentado é o DoD&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/08/SNMP-parte2-2.png&#34; alt=&#34;SNMP-parte2-2&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Quando mencionamos sobre um objeto gerenciável teremos uma visão abstrata daquele recurso no disposito de rede. Cada objeto possui características e podemos tratar como:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;Um rótulo (label), em formato texto, e uma identificação única denominada &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Object IDentification&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ( &lt;strong&gt;OID&lt;/strong&gt;), que é composta por uma seqüência de números que identifica a posição do objeto na árvore da MIB ( por exemplo: 1.3.6.1.4.1.2682.1 – confira na figura acima ).&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Atributos: tipo de dado, descrição e informações de status, configuração e estatísticas entre outras&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Operações que podem ser aplicadas ao objeto: leitura (&lt;strong&gt;read&lt;/strong&gt;), escrita &lt;strong&gt;(write&lt;/strong&gt;) e comando (&lt;strong&gt;set&lt;/strong&gt;).&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Na MIB-II temos uma nova estruturação para gerenciamento na qual foi definida, e adicionou-se a estrutura original várias informações importantes para o gerenciamento de redes propriamente dito. Como facilidade adicional da &lt;strong&gt;MIB&lt;/strong&gt;, na subárvore &lt;em&gt;entreprises(1)&lt;/em&gt; dedicada às empresas privadas, definida sob o nó &lt;em&gt;private(4)&lt;/em&gt;, podem ser solicitadas subárvores aos órgão de padronização destinadas ao uso específico de um fabricante. O uso de objetos dessa subárvore e de objetos da sub árvore SNMP permite a um dispositivo de rede se identificar de forma precisa. Segue abaixo o exemplo.\&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/09/SNMP-parte2-3.png&#34; alt=&#34;SNMP-parte2-3&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Um exemplo que podemos obter através dessas relações de estruturas de árvores seria sobre a interface Ethernet, para qual temos uma MIB específica através da &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://tools.ietf.org/html/rfc1643&#34;  title=&#34;RFC 1643&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;RFC 1643&lt;/a&gt;.  A MIB para as interfaces Ethernet é identificada pela OID [ &lt;strong&gt;1.3.6.1.2.1.10.&lt;/strong&gt; ]. Nós podemos pesquisar qualquer &lt;strong&gt;OID&lt;/strong&gt; no próprio site da Cisco que irá trazer informações sobre a estrutura e flags para determinados alarmes que você precise identificar. Segue o link ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://tools.cisco.com/Support/SNMP/do/BrowseOID.do?local=en&#34;  title=&#34;SNMP Object Tracker&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://tools.cisco.com/Support/SNMP/do/BrowseOID.do?local=en&lt;/a&gt; )&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Baseado nessa estrutura nos podemos identificar e preparar os equipamentos para que a rede trabalhe proativamente e não reativamente, dessa forma podemos nos prevenir de algumas situações antes que elas efetivamente aconteça.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para o próximo post iremos falar um pouco das ferramentas que tratam sobre esse processo. Aguardem!!&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
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            <title>SNMP – Parte 1</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2013/05/07/snmp-parte-1/</link>
            <pubDate>Tue, 07 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2013/05/07/snmp-parte-1/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/05/SNMP-Traps.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post SNMP – Parte 1&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Já faz um bom tempo que não posto algo como nossos post anteriores descrevendo as tecnologias/recursos, portanto hoje inicio mais uma sequência para explicar um pouco sobre o protocolo &lt;strong&gt;SNMP&lt;/strong&gt; ( &lt;strong&gt;Simple Network Manager Protocol&lt;/strong&gt; ).&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;O SNMP veio facilitar a forma de administrar e gerenciar ativos na rede, é um protocolo simples, mas poderoso com recursos padronizados para que possa comunicar-­se com roteadores, swtiches, impressoras, etc. Através dele é possível enviar dados em um determinado “ local ” da rede para corrigir possíveis problemas, ou mesmo obter informações sobre um roteador ou interface da rede. \&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Protocolo SNMP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  O protocolo utilizado em redes IP com a finalidade de gerenciar e obter informações de seus recursos da rede, bem como saber se a rede está funcionando e também gerenciar de forma a prevenir possíveis problemas na infraestrutura da rede. O gerenciamento funciona de forma &lt;strong&gt;” Cliente-­Servidor “&lt;/strong&gt;, ele utiliza­-se de um agente (Servidor) que comunica-­se entre os aplicativos de gerenciamento (Cliente), o agente envia dados para seus “ clientes ” que respondem de acordo com a solicitação do agente, reenviando os dados com o conteúdo das respostas coletadas estruturando as informações em um &lt;strong&gt;MIB&lt;/strong&gt; (Mananger Information Base). &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  MIB é uma forma de gerenciar as informações para que o agente possa gerenciar equipamentos diferentes em uma rede. As informações que são fornecidas e como o agente e os aplicativos irão acessar os dados é deterninado pela MIB . Dentro da MIB existem também os &lt;strong&gt;ODIs&lt;/strong&gt; (Object Identifier), que são responsáveis pelo endereçamento definido de cada informação dentro da MIB, por este motivo a MIB é comumente chamada de &lt;strong&gt;“ Árvore ”&lt;/strong&gt;, pois o ODI estrutura as informações de uma forma hierárquica como nome, sintaxe, definição permissões de acesso, status e uma breve explicação.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/05/SNMP-Traps.jpg&#34; alt=&#34;SNMP-Traps&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diferenças entre as Versões&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  O SNMP hoje já esta na versão 3 que ao longo de sua vida muitas melhorias foram aplicadas para torna­-se um sistema mais seguro e confiavél.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  A versão &lt;strong&gt;SNMPv1&lt;/strong&gt; ( criada em 1988 ), tinha muitos problemas de segurança, pois qualquer um podia ter fácil acesso ao agente, pois a senha era passada no formato de um texto puro, não tendo nenhum outro tipo de controle para acesso ou forma segura de transitar as informações em sua rede. A versão &lt;strong&gt;SNMPv2&lt;/strong&gt; oferece uma boa quantidade de melhoramentos em relação ao SNMPv1 como operações adicionais ao protocolo , melhoria de performance, no entanto seu problema de segurança ainda era seu principal vilão. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Finalmente na versão &lt;strong&gt;SNMPv3&lt;/strong&gt; foi atribuído uma forma codificada no tráfego dos dados na rede, melhorando a segurança. Uma das modificações mais radicais na versão 3 é o abandono da ideia dos gerenciadores e agentes, que  à partir desta versão passam a ser denominados como entidades do SMNP. Cada entidade passa a ser um mecanismo do SNMP em uma ou mais aplicações do SNMP. O mecanismo é formado por 4 componentes:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;– Dispatcher =&lt;/strong&gt; Escalonador, tem como missão enviar e receber mensagens, verifica a mensagem e envia para Message Processing Subsystem.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;– &lt;strong&gt;Message Processing Subsystem =&lt;/strong&gt; Subsistema de Processamento de Mensagens, este pepara a mensagem a ser enviada e extrai as informações recebidas.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;– Security Subsystem =&lt;/strong&gt; Sistema de Segurança, oferece recursos de autenticação e recursos de privacidade.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;– Acess Control Subsystem =&lt;/strong&gt; Sistema de controle de Acesso, responde aos controle de acesso dos objetos pela MIB.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Espero que vocês tenham gostado do nosso primeiro post sobre SNMP e no post seguinte iremos falar sobre MIBs e especificações. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
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