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        <title>STP on Cisco Redes</title>
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        <description>Recent content in STP on Cisco Redes</description>
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        <lastBuildDate>Mon, 21 Nov 2016 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://ciscoredes.com.br/tags/stp/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml" /><item>
            <title>Etherchannel – Configuração – Parte 4</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2016/11/21/etherchannel-configuracao-parte-4/</link>
            <pubDate>Mon, 21 Nov 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2016/11/21/etherchannel-configuracao-parte-4/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Etherchannel_IP_Route_L3-1.png&#34; alt=&#34;Featured image of post Etherchannel – Configuração – Parte 4&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Conforme comentado em nosso post anterior, gostaria de trazer algumas menções sobre o spanning-tree quando criamos nosso etherchannel em L2 e quando ele é criado em L3.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Basicamente, isso não deve ser novidade para ninguém, pois o protocolo spanning-tree é especificamente &lt;strong&gt;Layer 2&lt;/strong&gt;, portanto a partir do momento que configuramos nosso etherchannel em &lt;strong&gt;L3&lt;/strong&gt;, todas as funcionalidades do &lt;strong&gt;STP&lt;/strong&gt; são descartadas devido a ter um endereçamento IP nas interfaces. Desta forma, mesmo que seja ” &lt;em&gt;bundle&lt;/em&gt; ” de interface, logicamente ela esta sendo considerada um Layer 3, que por consequência não temos &lt;strong&gt;BPDU&lt;/strong&gt; sendo trocada nessas interfaces.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Abaixo mostro os logs dos equipamentos que fazem bundle em L2, tendo assim funcionalidades do STP:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Etherchannel_Log_STP_L2.png&#34; alt=&#34;etherchannel_log_stp_l2&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Quando olhamos novamente a definição do etherchannel, visualizamos a definição em L3.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Etherchannel_Log_STP_L3.png&#34; alt=&#34;etherchannel_log_stp_l3&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   E para finalizar e não deixar nenhuma dúvida sobre as conectividades, podemos observar a tabela de roteamento do equipamento.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Etherchannel_IP_Route_L3-1.png&#34; alt=&#34;etherchannel_ip_route_l3&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Em nosso proximo post vou detalhar um pouco sobre as questões de balanceamento que proprio sistema operacional ( &lt;strong&gt;IOS&lt;/strong&gt; ) adota para encaminhar os pacotes, bem como as formas de balanceamento que existe para essas conectividades.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Protocolo VTP – parte 2</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2013/03/11/protocolo-vtp-parte-2/</link>
            <pubDate>Mon, 11 Mar 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/01/VTP_packet.png&#34; alt=&#34;Featured image of post Protocolo VTP – parte 2&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Conforme mencionado anteriormente em nosso &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/protocolo-vtp-parte-1/&#34;  title=&#34;Protocolo VTP – parte 1&#34;&#xA;    &gt;post&lt;/a&gt;, vamos tratar de explicar como funciona os anúncios de VTP.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt; Nos sabemos que o equipamento designado como servidor irá publicar as informações para todos os seus vizinhos que estão associados ao mesmo domínio, bem como os outros modos também irão popular as informações e repassar a mensagem para seus vizinhos, fazendo com que todos possam obter a mesma informação.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt; Essa informação de comparar as alterações está atrelada especificamente ao número de revisão que cada switch possui, ou seja, os switches que estão no mesmo domínio com uma revisão menor irá ser atualizado caso a revisão que esta sendo enviada tenha um valor maior. Nós iremos visualizar as informações através do comando abaixo:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;Router#&lt;strong&gt;show vtp status&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;VTP Version: 2&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;Configuration Revision: 247&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;Maximum VLANs supported locally: 1005&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;Number of existing VLANs: 33&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;VTP Operating Mode: Client&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;VTP Domain Name: CiscoRedes&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;VTP Pruning Mode: Enabled&lt;br&gt;&#xA;VTP V2 Mode: Disabled&lt;br&gt;&#xA;VTP Traps Generation: Disabled&lt;br&gt;&#xA;MD5 digest: 0x45 0x52 0xB6 0xFD 0x63 0xC8 0x49 0x80&lt;br&gt;&#xA;Configuration last modified by 0.0.0.0 at 8-12-99 15:04:49&lt;br&gt;&#xA;Router#&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Acima podemos observar diversas informações, como o número de revisão que vai mencionar se todos os switches estão com  seu database sincronizado, quantidade de VLANs populadas nesse switch, dominio que pertence esse equipamento e qual o modo de operação que ele esta trabalhando ( cliente ).&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Essas mensagens são divulgadas através do link trunk habilitado entre os switches, fazendo com que essas informações sejam propagadas através do 802.1q. Veja abaixo:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/01/VTP_packet.png&#34; alt=&#34;VTP_packet&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Nos temos 3 métodos na qual esses anúncios são enviados:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sumarizado =&lt;/strong&gt; São enviados a cada 5 minutos pelo servidor VTP, informa aos switches habilitados para VTP sobre o número de revisão de configuração de VTP atual e são enviados imediatamente após a alteração de qualquer configuração;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sub-Conjunto =&lt;/strong&gt; Contém as informações de VLANs e as alterações que vão disparar o anúncio de subconjunto são:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;Criação ou exclusão de uma VLAN&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Suspensão ou ativação de uma VLAN&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Alteração no nome da VLAN&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Alteração no MTU da VLAN&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Solicitação =&lt;/strong&gt; É enviado a um servidor VTP no mesmo domínio VTP, o servidor VTP responde enviando um anúncio de sumarização e, em seguida, um anúncio de subconjunto.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;O nome de domínio foi alterado&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;O switch recebe um anúncio de sumarização com um número de revisão de configuração mais alto do que seu próprio número&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Uma mensagem de anúncio de subconjunto é perdido por alguma razão&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;O switch foi reiniciado&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para que possamos definir em que modo de operação ( servidor, cliente, transparente ) o switch vai trabalhar precisamos definir através:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;CiscoRedes(config)#&lt;strong&gt;vtp mode&lt;/strong&gt; [server, client, transparent ]&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Desta forma podemos concluir sobre o processo de VTP, bem como a divulgação desse protocolo e os modos de configuração que ele pode trabalhar. Lembrando-se que esse protocolo em certas circunstâncias tem um grande valor, porém também é um ponto de falha se formos pensar em segurança, mas vale lembrar que tudo bem planejado pode trazer benefícios e dinamismo para nosso trabalho. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Espero que tenham gostado de mais um tutorial.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;&lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/tech/tk389/tk689/technologies_tech_note09186a0080890613.shtml&#34;  title=&#34;VTP Cisco&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;VTP Cisco&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Protocolo VTP – parte 1</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2012/12/26/protocolo-vtp-parte-1/</link>
            <pubDate>Wed, 26 Dec 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2012/12/26/protocolo-vtp-parte-1/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2012/12/VTP_1.png&#34; alt=&#34;Featured image of post Protocolo VTP – parte 1&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Hoje iremos falar de um protocolo utilizado em ambientes de rede local, para qual as informações do database de VLAN são transmitidos para todos os equipamentos pertencentes aquela LAN.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  O protocolo VTP ( &lt;strong&gt;Virtual Trunk Protocol&lt;/strong&gt; ) é um protocolo da camada 2 utilizado para manter a configuração de VLANs consistentes em uma rede. O VTP é responsável por gerenciar as VLANs, criando, apagando e renomeando as VLANS existentes na rede.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Em uma rede de switches &lt;strong&gt;sem o protocolo VTP&lt;/strong&gt; o administrador de redes deverá manualmente fazer a criação de VLANs em cada um dos switches da rede. O que, dependendo do número de equipamentos e VLANs, pode se tornar uma atividade muito trabalhosa. Além do mais, com uma grande quantidade de configurações necessárias fica mais suscetível o aparecimento de erros na configuração ou erro humano na hora de inserir essas configurações nos equipamentos.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Já &lt;strong&gt;com o VTP&lt;/strong&gt; esse trabalho é reduzido considerávelmente, pois o administrador entrará com as informações em um único swtich, no VTP Server, que terá a função de distribuir e sincronizar essas informações para os outros switches da rede. Além da redução do trabalho esse método evita erros de configuração, uma vez que toda a parte da configuração de criação das VLANs pode ser realizada apenas no switch VTP Server.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Os switches podem trabalhar em 03 modos dentro do VTP, são eles:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;&lt;strong&gt;VTP Server:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;Um VTP server pode criar, deletar e renomear VLANs. Ele também anuncia o nome do domínio VTP, a configuração de VLAN e o número de revisão da configuração para todos os outros switches dentro do domínio VTP.&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;&lt;strong&gt;VTP Client:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;Um switch nesse modo não pode criar, nem deletar e nem renomear as VLANs. Dessa forma toda a alteração deve ser feita no VTP server.&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;&lt;strong&gt;VTP Transparent:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;Nesse modo o switch precisa ter as suas VLANs configuradas manualmente. Um switch VTP Transparent não participa do VTP e nem anuncia para os vizinhos suas configurações de VLANs.&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Esse protocolo tem duas versões, a qual pode gerar incompatibilidade no meio em que os switches estão configurados. Hoje todos os switches vêm com o &lt;strong&gt;versão 1&lt;/strong&gt; por padrão, sendo assim se desejamos trabalhar com a &lt;strong&gt;versão 2&lt;/strong&gt; temos que habilitar manualmente, lembrando-se que switches mais antigos não suportam a versão 2, portanto terá que manter a versão 1 funcionando. Para configurar a versão seria:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;CiscoRedes#configure terminal&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes(config)#&lt;strong&gt;vtp version&lt;/strong&gt; [1 ou 2]&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Um outro ponto que deve ser sempre verificado é a senha que pode ser configurada separadamente em cada switch, pois esse parâmetro não é enviado pelos anúncios de VTP, ou seja, se a senha estiver incorreta o seu switch não irá popular as informações do database de VLANs. Para configurar a senha seria:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;CiscoRedes#configure terminal&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes(config)#&lt;strong&gt;vtp password&lt;/strong&gt; [senha]&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Chegando em mais um ponto primordial da configuração do VTP, a qual esta relacionado com o domínio para qual esse anúncios serão notificados, ou seja, para que seu switch armazene as informações ele tem que estar no mesmo domínio, senão você pode perder informações importantes nos anúncios. Para configurar o domínio seria:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;CiscoRedes#configure terminal&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes(config)#&lt;strong&gt;vtp domain&lt;/strong&gt; [domain-name]&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para exemplificar nosso conteúdo segue uma topologia:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2012/12/VTP_1.png&#34; alt=&#34;VTP_1&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Nesta topologia vamos trabalhar dando exemplos de como será feita a configuração dos equipamentos, bem como entender o que os switches irão armazenar em seu database. Para quem tiver interesse temos um curso básico sobre VTP nesse site da Cisco ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/warp/public/473/vtp_flash/&#34;  title=&#34;VTP&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://www.cisco.com/warp/public/473/vtp_flash/&lt;/a&gt; )&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Espero que vocês tenham gostado e no próximo post iremos explicar sobre os anúncios de VTP. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Desafio 4</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2012/09/24/desafio-4/</link>
            <pubDate>Mon, 24 Sep 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2012/09/24/desafio-4/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Image_default.png&#34; alt=&#34;Featured image of post Desafio 4&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Segue mais um desafio. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desafio 4&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Consulte a figura abaixo. Qual é o significado do termo &lt;strong&gt;dynamic&lt;/strong&gt; exibido na saída do comando &lt;strong&gt;show frame-relay map&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Desafio_4.png&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;A- A interface serial 0/0 esta passando tráfego.&lt;br&gt;&#xA;B- O DLCI 100 foi dinâmicamente alocado pelo roteador R1&lt;br&gt;&#xA;C- A interface serial 0/0 adquiriu o endereço IP 172.16.3.1 de algum servidor DHCP&lt;br&gt;&#xA;D- O DLCI 100 irá ser dinâmicamente mudado como requirido para adpatar as mudanças na nuvem Frame Relay&lt;br&gt;&#xA;E- O mapeamento entre o DLCI 100 e a ponta remota com IP address 172.16.3.1 foi aprendido através do Inverse ARP&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Participem!!! &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
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