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        <title>Laboratório Virtual on Cisco Redes</title>
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        <description>Recent content in Laboratório Virtual on Cisco Redes</description>
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            <title>Simuladores – Ambiente Teste</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2016/11/11/simuladores-ambiente-teste/</link>
            <pubDate>Fri, 11 Nov 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Desenho_ideia_simulador_rede.jpeg&#34; alt=&#34;Featured image of post Simuladores – Ambiente Teste&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Acredito que todos já pesquisaram em algum momento um simulador que possa nos ajudar a fazer algum teste, para evidenciar se a teoria do papel é exatamente aquilo que compreendemos, e se ela é real. Ou vocês nunca tiveram essa curiosidade?&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Enfim, aqui vou tentar trazer algumas ideias de simuladores que utilizamos e até ambientes reais que os fabricantes disponibilizam, para que você possa pensar em alguma demonstração para cliente ou literalmente como base de conhecimento para o seu dia a dia.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Cisco dCloud&lt;/strong&gt; ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://dcloud.cisco.com/&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;https://dcloud.cisco.com/&lt;/a&gt; )&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Nesse ambiente para que você possa ter acesso é necessário ter um &lt;strong&gt;CSCO&lt;/strong&gt;. Esse ambiente de teste já disponibiliza diversas topologias, bem como documentos explicativos do que é necessario para acessar, documentações de procedimento para testar sua solução,etc. Ele é muito utilizado para exemplificar ao cliente as soluções que você deseja implementar e até casos onde você gostaria de aprender a configurar e ver funcionando sua solução.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/dCloud_Screen.png&#34; alt=&#34;dcloud_screen&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;VmWare – Hands on-LAB&lt;/strong&gt; ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://labs.hol.vmware.com/HOL/catalogs/catalog/123&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://labs.hol.vmware.com/HOL/catalogs/catalog/123&lt;/a&gt; )&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Nesse ambiente você pode ter acesso fazendo um cadastro simples no proprio site com seu e-mail particular, que logo em seguida estará apto para fazer seus agendamentos conforme aquela tecnologia que você deseja praticar dentro dos ambientes de VmWare. Recentemente, eles tem adicionado conteúdos interessantes, baseando-se nas novas tendências de SDDC.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/VmWare_HOL_Screen.png&#34; alt=&#34;vmware_hol_screen&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;GNS3 – Simuladores para diferentes fornecedores&lt;/strong&gt; ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://gns3.com/&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;https://gns3.com/ &lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Acredito que esse software seja bem conhecido entre os apaixonados por Redes, pois sempre foi um software gratuito que mantém-se até hoje sendo disponibilizado e atualizado pela comunidade. Nesse emulador temos agora diversas formas de trabalhar, como subir uma maquina virtual utilizando a propria imagem que é disponibilizada pela comunidade, como também pode ser instalado em mutiplataformas. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Como experiência, quando ele é instalado na propria maquina os recursos utilizados para simular os equipamentos acaba-se consumindo mais memoria e processamento do que subindo ela como uma maquina virtual. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/GNS3_Screen.png&#34; alt=&#34;gns3_screen&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;UnetLab – Concorrente direto do GNS3&lt;/strong&gt; (&lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.unetlab.com/&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt; http://www.unetlab.com&lt;/a&gt; )&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Essa versão é atualização de nosso antigo WebIOU, para qual tem as mesmas funcionalidades que o GNS3 com algumas caracteristicas diferenciadas que na minha opinião acaba sendo melhor para emular nossos laboratórios. O único ponto fraco que achei para essa versão que o consumo de memoria aumentou bastante em comparação com a versão antiga ( WEBIOU ). &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Nesse software seguimos a instalação sempre como sendo uma máquina virtual e a partir dela, podemos construir nossas topologias bem como associar diferentes vendors.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/UnetLab_Screen.png&#34; alt=&#34;unetlab_screen&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Cisco VIRL –&lt;/strong&gt; ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://virl.cisco.com/&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;http://virl.cisco.com&lt;/a&gt; )&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Esse é emulador Cisco que pode ser instalado em sua própria maquina, ou recentemente eles anunciaram que você pode instalar em um ” bare metal ” remoto através de um de seus parceiros. Nessa categoria você irá pagar pela licença do VIRL, como também por hora pela alocação desse ” bare metal “. &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   A licença do VIRL pode ser particular ( dependendo de quantos nós são necessarios ) como também existe uma categoria para o meio acadêmico.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Cisco_Virl_Screen.png&#34; alt=&#34;cisco_virl_screen&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Cisco Packet Tracert&lt;/strong&gt; ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://www.netacad.com/pt/about-networking-academy/packet-tracer&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;https://www.netacad.com/pt/about-networking-academy/packet-tracer &lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Software desenvolvido pela Cisco gratuitamente, onde é uma excelente opção para os profissionais que estão estudando para o CCNA e querem executar a pratica ( CLI ) nos equipamento. Se desejar temos em nossa seção de arquivos o software.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Packet_tracer_Screen.png&#34; alt=&#34;packet_tracer_screen&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Enfim, aqui são algumas opções que trago para que vocês possam analisar e verificar qual enquadra-se melhor para sua situação. Nós temos outros exemplos de simuladores, porém acabei mencionando os mais tradicionais. Se você que utiliza um simulador / emulador que não foi citado em nosso post, peço que deixe seu comentário sobre qual software esta utilizando no momento.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Em nosso próximo post, como muitos me perguntam o que é melhor, montar um LAB físico ou estudar em simuladores, vou trazer minha opinião em relação a esse assunto.  😉 &lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Protocolo OSPF – parte 8</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2012/07/27/protocolo-ospf-parte-8/</link>
            <pubDate>Fri, 27 Jul 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Cost_Interface.png&#34; alt=&#34;Featured image of post Protocolo OSPF – parte 8&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Conforme mencionado em nosso último &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/protocolo-ospf-parte-7/&#34;  title=&#34;Protocolo OSPF – parte 7&#34;&#xA;    &gt;post&lt;/a&gt; vamos finalizar nossa série de OSPF, mencionando rapidamente sobre os cálculos que são executados para trazer esses valores para a tabela de roteamento.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  No post número 2, mencionamos sobre a formula que é utilizada para trazer o valor calculado. &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/protocolo-ospf-parte-2/&#34;  title=&#34;Protocolo OSPF – parte 2&#34;&#xA;    &gt;Consulte&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt; Baseado nesse principio iremos ter as diferenças de custo quando as redes são redistribuidas através de outro protocolo ( EIGRP, RIP e etc ) e as diferentes interfaces que estão sendo utilizadas para a troca de informações dentro do protocolo de roteamento. Segue abaixo um pequeno resumo dos valores de custo de cada interface.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Cost_Interface.png&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Essa tabela tem os cálculos executados através da formula mostrada anteriormente em nosso capítulo 2. Todos esses valores podem ser obtidos através da mesma formula, entretanto alguns padrões já são reconhecidos e lembrados pois são utilizados em nosso dia a dia.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Como todos os recursos são alterados, temos duas formas de executar essa alteração de custo nas interfaces para que o valor seja influenciado e de uma forma tenha alteração na tabela de roteamento de seus vizinhos.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;ip ospf cost&lt;/strong&gt; [ &lt;em&gt;interface-cos&lt;/em&gt; ] = Esse comando é o mais tradicional e mais utilizado, pois traz uma resposta mais real da situação. Esse recurso é aplicado dentro da interface e tem-se um range de 1 até 65535.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;CiscoRedes&amp;gt;enable&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes#conf t&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes(conf-t)#interface fast1/0&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes(conf-if)#ip ospf cost 10&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;bandwidth&lt;/strong&gt; [ &lt;em&gt;valor de banda&lt;/em&gt; ] = Esse comando irá alterar o valor que o protocolo utiliza de referência para utilizar no protocolo de roteamento, entretanto esse comando não é o mais recomendado, pois você pode alterar outras funcionalidades para qual é utilizado esse valor, como a falsa impressão da leitura de um MRTG, que irá trazer gráficos de utilização do circuito.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;CiscoRedes&amp;gt;enable&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes#conf t&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes(conf-t)#interface fast1/0&lt;br&gt;&#xA;CiscoRedes(conf-if)#bandwidth 1000&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;Para efetuar a validação dos custos que cada interface possui, iremos validar especificamente através da interface física.&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Serial&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes#show ip ospf interface s0&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Serial0 is up, line protocol is up&lt;br&gt;&#xA;Internet Address 128.213.10.2 255.255.255.0, Area 0&lt;br&gt;&#xA;Process ID 10, Router ID 128.213.10.2, Network Type&lt;br&gt;&#xA;POINT_TO_MULTIPOINT, &lt;strong&gt;Cost: 64&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;Transmit Delay is 1 sec, State POINT_TO_MULTIPOINT,&lt;br&gt;&#xA;Timer intervals configured, Hello 30, Dead 120, Wait 120, Retransmit 5&lt;br&gt;&#xA;Hello due in 0:00:14&lt;br&gt;&#xA;Neighbor Count is 1, Adjacent neighbor count is 1&lt;br&gt;&#xA;Adjacent with neighbor 200.200.10.1&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ethernet&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;CiscoRedes#show ip ospf interface e0&lt;br&gt;&#xA;Ethernet0 is up, line protocol is up&lt;br&gt;&#xA;Internet Address 203.250.14.3 255.255.255.0, Area 0.0.0.0&lt;br&gt;&#xA;Process ID 10, Router ID 203.250.12.1, Network Type BROADCAST, &lt;strong&gt;Cost: 10&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;Transmit Delay is 1 sec, State DROTHER, Priority 1&lt;br&gt;&#xA;Designated Router (ID) 203.250.15.1, Interface address 203.250.14.2&lt;br&gt;&#xA;Backup Designated router (ID) 203.250.13.41, Interface address&lt;br&gt;&#xA;203.250.14.1&lt;br&gt;&#xA;Timer intervals configured, Hello 10, Dead 40, Wait 40, Retransmit 5&lt;br&gt;&#xA;Hello due in 0:00:03&lt;br&gt;&#xA;Neighbor Count is 3, Adjacent neighbor count is 2&lt;br&gt;&#xA;Adjacent with neighbor 203.250.15.1 (Designated Router)&lt;br&gt;&#xA;Adjacent with neighbor 203.250.13.41 (Backup Designated Router)&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Com isso chegamos ao fim de nossa serie sobre OSPF 😀 . Logicamente, temos outros conceitos que não foram abordados nesse pequeno tutorial, entretanto são tópicos interessantes que devem ajudar nossos leitores a descobrir e identificar os problemas nas redes que utilizam-se desse protocolo.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Espero que vocês tenham gostado 😉 e que esse ” tutorialzinho ” possa ter ajudado a interpretar um pouco sobre esse protocolo.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
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