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        <title>QoS on Cisco Redes</title>
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        <description>Recent content in QoS on Cisco Redes</description>
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        <lastBuildDate>Thu, 03 Jan 2019 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://ciscoredes.com.br/categories/qos/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml" /><item>
            <title>Cisco Meraki – Qualidade de serviço – parte 2</title>
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            <pubDate>Thu, 03 Jan 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Access_Point_classification_marked.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post Cisco Meraki – Qualidade de serviço – parte 2&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Como vocês observaram em nosso post anterior, hoje venho aqui para detalhar um pouco mais sobre as opções que temos para ser executadas na infraestrutura de ” &lt;em&gt;Access-Points&lt;/em&gt; “. Vale lembrar que a linha para access-point Meraki esta baseado nos modelos denominados MR.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Como havíamos visto anteriormente, eu tenho algumas aplicações mapeadas para que possamos fazer o controle baseado em nosso SSID, que consequentemente teremos a opção para mapear dentro de nossa VLAN. Para isso devemos acessar através de &lt;strong&gt;Wireless -&amp;gt; Firewall &amp;amp; Traffic Shaping&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Access_Point_shaping.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Como podem observar a partir do momento que selecionamos nosso &lt;strong&gt;SSID&lt;/strong&gt; podemos fazer os controles especificos, bem como isso está correspondendo com nosso &lt;strong&gt;QoS&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Access_Point_classification_marked.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Talvez vocês possam pensar ou perguntar. Mas ele esta fazendo classificação ou de fato está fazendo limitação ” &lt;em&gt;shaping&lt;/em&gt; “? De fato, estou fazendo as duas coisas ao mesmo tempo, portanto não espere que você tenha essa separação no dashboard, pois ambos os ítens estão atrelados. Mas porquê?&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Nesse caso eu voltaria a pergunta para vocês. Qual objetivo da classificação de pacotes e obviamente porque trabalhamos com QoS?&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   A ideia neste contexto é justamente você trazer sua aplicação “ &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Wireless – End points&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ” para que ela seja limitada ( se desejar ) e também para que possamos classificar esses dados e trafegar ela por toda a nossa rede com sua marcação correta, portanto observamos acima que acabei não criando limites por cliente, porém já temos as aplicações mapeadas. Temos mais um beneficio no portal é que essas aplicações ( &lt;em&gt;&lt;strong&gt;mais tradicionais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ) já estão mapeadas, portanto somente selecionar aquela que você deseja dentro de cada categoria. 🙂&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Em que momento poderíamos pensar nessa limitação através de um SSID? Pense em um caso para trabalharmos em uma rede ” &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Guest&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;  “. Veja abaixo como poderiamos criar esse ” &lt;em&gt;shaping + classification&lt;/em&gt; “.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Shaping_marked_packets_Guest_WIFI.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;Um ponto sobre as definições de aplicações, na qual acredito que teria muita coisa a melhorar no ” &lt;em&gt;Dashboard&lt;/em&gt; “, pois algumas também que são tradicionais não podemos selecionar, portanto temos que trabalhar da mesma forma tradicional em qual temos que ficar definindo na mão ( &lt;strong&gt;URL, Portas, Protocol, etc&lt;/strong&gt; )&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt; Espero que vocês tenham gostado dessa nova facilidade e no próximo post iremos detalhar essas demandas que podemos executar em nossos ” UTM ” conhecidos através dos modelos MX.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Qualquer duvida ou algo adicional deixe seu comentário abaixo. 🙂&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Cisco Meraki – Qualidade de Serviço – parte 1</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2018/12/26/cisco-meraki-qualidade-de-servico-parte-1/</link>
            <pubDate>Wed, 26 Dec 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Wireshark_Switch_AF4.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post Cisco Meraki – Qualidade de Serviço – parte 1&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Como vocês podem ter visualizado no título, venho aqui hoje para trazer um pouco do conceito de configuração de QoS ( Qualidade de Serviço ) para dentro de nossa infra-estrutura Meraki.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Em nossos posts eu não vou entrar no detalhe sobre os conceitos de QoS e como isso é aplicado para determinada aplicação, porém se deseja saber um pouco mais recomendo você olhar alguns de nossos &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/?s=qos&#34; &gt;posts sobre QoS&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Como já venho mostrando em nossos posts de Meraki, a ideia do produto e trazer de maneira simples alguns ítens que de fato gastamos um esforço gigante para implementar em nossos ambientes, desta forma para que você entenda vou iniciar falando sobre as configurações nos switches.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Neste equipamento ( &lt;strong&gt;MS220&lt;/strong&gt; ) a unica demanda que existe para as configurações estão relacionadas como sendo a confiança da marcação que esta relacionado outro device conectado a porta ( &lt;strong&gt;ex.: Access Point, Phone&lt;/strong&gt; ), ou você forçar a marcação baseado naquela demanda para qual aquela VLAN representa dentro de sua infra-estrutura.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Segue abaixo a configuração nesse exemplo, onde ela pode ser acessada através ( &lt;strong&gt;Switch -&amp;gt; Switch Settings&lt;/strong&gt; ):&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Switch_Meraki_QoS_mapping.png&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Como vocês podem observar eu deixei definido &lt;strong&gt;3 VLANs,&lt;/strong&gt; para qual eu possuo as 3 opções conforme mencionado acima. Para que vocês possam entender, vou fazer uma validação baseado na &lt;strong&gt;VLAN15&lt;/strong&gt; que de fato, está correlacionado ao que meu switch esta executando independente do meu end-point connectado a esse switch. Lembrando-se que obviamente este endpoint pertence a essa VLAN15.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Wireshark_Switch_AF4.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Como podem observar estou garantindo que meu trafego relacionado a esta &lt;strong&gt;VLAN15&lt;/strong&gt; está marcando meu trafego em &lt;strong&gt;AF41&lt;/strong&gt;, ou seja, todo ” &lt;em&gt;inbound&lt;/em&gt; ” será classificado desta forma, porém o retorno do meu pacote não tem minha marcação devido à não ter ” &lt;em&gt;outbound&lt;/em&gt; ” como regra valendo-se do conceito de QoS ( &lt;strong&gt;Fim a Fim&lt;/strong&gt; ) minha ponta remota teria que garantir que teremos a mesma marcação.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Talvez vocês possam se perguntar. Ok, e a questão de confiança ” &lt;em&gt;Trust&lt;/em&gt; ” baseado na VLAN5? Pois bem, nesse caso tenho um teste que conectado ao meu switch existe um “ &lt;em&gt;Access Point&lt;/em&gt; “, que por consequência vou fazer com que via meu endpoint essa consulta ao ambiente, para qual esse device ( &lt;strong&gt;WIFI + VLAN 5 + SSID&lt;/strong&gt; ) tem match com a classe de serviço ( &lt;strong&gt;Spotify&lt;/strong&gt; ) e a mesma seja marcada com &lt;strong&gt;AF31&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Portanto, se olharmos nossa figura abaixo o ” &lt;em&gt;packet capture&lt;/em&gt; ” foi executado no meu switch, dedicado a porta que meu ” &lt;em&gt;Access Point&lt;/em&gt; ” esta conectado.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Captured_trust_Swtich_Compared.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Com isso vocês podem observar que meu switch apenas esta confiando na marcação que o meu ” &lt;em&gt;Access point&lt;/em&gt; ” esta encaminhando nesta porta, não fazendo nenhuma remarcação. Talvez, agora vocês me perguntem. Porque agora ambos ( &lt;em&gt;&lt;strong&gt;request / reply&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ) estão sendo marcados?&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Neste caso para essa aplicação eu tenho essa marcação, pois como comentei estou fazendo essa classificação em meu equipamento de borda ( &lt;strong&gt;UTM – MX64&lt;/strong&gt; ), que por consequencia ele vai entregar também para meu ” &lt;em&gt;Access-Point&lt;/em&gt; ” classificado e marcado.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;   Espero que vocês tenham gostado e o nosso proximo post vou trazer as menções dessas configurações na perspectiva do meu ” &lt;em&gt;Access-point&lt;/em&gt; “. 🙂&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Sorteio de Comemoração – Facebook</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2015/02/25/sorteio-de-comemoracao-facebook/</link>
            <pubDate>Wed, 25 Feb 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Logo.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post Sorteio de Comemoração – Facebook&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Foi realizado no último domingo nosso sorteio relacionado a promoção que estava acontecendo de nossa fanpage, que no momento que alcançaríamos 2000 likes seria sorteado um roteador 1721 conforme anuncio.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Sorteio-Face.png&#34; alt=&#34;Sorteio-Face&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Enfim o sorteio foi realizado e o ganhador foi &lt;strong&gt;Eden Ricardo Dosciatti&lt;/strong&gt; ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/2015/02/25/sorteio-de-comemoracao-facebook/sorteiefb.com.br/resultado?id=2lBi&#34; &gt;sorteiefb.com.br/resultado?id=2lBi&lt;/a&gt; ). Uma mensagem foi enviada ao ganhador, se ele ainda se interessa pelo equipamento, caso contrario, um novo sorteio será realizado.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para quem ainda não havia encontrado nossa fanpage segue o link ( &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://www.facebook.com/ciscoredes&#34;  title=&#34;FanPage - Face&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;https://www.facebook.com/ciscoredes&lt;/a&gt; ).&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Feliz Natal e um Feliz 2015</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2014/12/24/feliz-natal-e-um-feliz-2015/</link>
            <pubDate>Wed, 24 Dec 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2014/12/24/feliz-natal-e-um-feliz-2015/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Natal-2015.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post Feliz Natal e um Feliz 2015&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Gostaria de deixar meu recado para todos os participantes do BLOG e Fórum um &lt;strong&gt;Feliz Natal e Prospero Ano Novo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Que nesse Natal você consiga estar junto de seus familiares e que para 2015 todos os desejos sejam realizados e com certeza novas certificações sejam alcançadas. 😉&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Natal-2015.jpg&#34; alt=&#34;Natal 2015&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>QoS com NBAR – parte 1</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2011/09/23/qos-com-nbar-parte-1/</link>
            <pubDate>Fri, 23 Sep 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
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            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Lab_11.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post QoS com NBAR – parte 1&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Como todos sabem, o assunto de QoS é muito comentando nos dias de hoje, devido a grande utilidade e capacidade de controle que podemos exercer em cima dessa tecnologia. Dentro desse parâmetro irei trazer uma sequência de posts explicando essa tecnologia através de laboratórios com testes práticos.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Nessa primeira parte vamos aprender sobre o protocolo NBAR.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;h2 id=&#34;1-introdução&#34;&gt;1)    Introdução&#xA;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;  A tecnologia de QoS foi difundida para que todos pudessem ter um maior controle de trafégo de sua rede, fazendo com que isso gere uma demanda de controle com muito mais granularidade. Em contrapartida, esses métodos exigem cada vez mais de profissionais com conhecimento, para que seja disponibilizado da melhor forma para sua rede.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Pensando dessa forma, a Cisco disponibilizou um recurso chamado NBAR, no qual pode trazer muitos benefícios para o nosso dia a dia. Esse protocolo tem a facilidade de fazer o reconhecimento das aplicações baseado na sua rede, portanto para determinadas aplicações o protocolo consegue identificar esses serviços, diminuindo a necessidade de um total conhecimento de sua rede.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Quando é mencionado a palavra QoS, todos imaginam que essa tecnologia pode resolver o problema de todos, porém precisamos pensar que esses recursos ajudam a melhorar a performance da rede, e para determinadas situações outros pontos precisam ser avaliados dentro da arquitetura de rede, como avaliação de capacidade de banda, avaliação do correto dimensionamento do equipamento, avaliação de desempenho para determinadas aplicações de negócio, análise interna dentro da sua rede local, otimização dentro do ambiente LAN e WAN.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;h2 id=&#34;2-topologia&#34;&gt;2)    Topologia&#xA;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;  Nesta topologia a idéia é demonstrar uma rede com 3 roteadores e executar as configurações, referenciando-se as marcações de pacote conforme mostrado na figura.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;figure&gt;&#xA;    &lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Lab_11.jpg&#34; alt=&#34;&#34; loading=&#34;lazy&#34;&gt;&lt;/figure&gt;&#xA;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Figura 1 – Topologia do Laboratório&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Todos os equipamentos são Cisco e utilizando a tecnologia do protocolo NBAR para executar as configurações&lt;/p&gt;&#xA;&lt;h2 id=&#34;3-equipamentos&#34;&gt;3)    Equipamentos&#xA;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;  Neste laboratório estamos utilizando roteadores 1721, 1760 e 2611 disponibilizado em um rack. Para esse contexto iremos ter 3 modelos de IOS para que possamos utilizar funções de QoS com NBAR.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Segue os modelos de IOS utilizados para esse laboratório:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1721:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;c1700-entbasek9-mz.124-15.T13.bin&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;1760:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;c1700-ipvoicek9-mz.124-15.T13.bin&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;2611:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&#xA;c2600-ipvoice_ivs-mz.124-25d.bin&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para melhor interpretação dos equipamentos podemos consultar as documentações através do site da Cisco. Para o modelo &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/products/hw/routers/ps221/&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;1721&lt;/a&gt;, &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/products/hw/routers/ps221/ps227/index.html&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;1760&lt;/a&gt; e &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/docs/routers/access/2600/hardware/installation/guide/2600ch1.html&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;2611&lt;/a&gt;. Todos os equipamentos estão designados como “ &lt;strong&gt;End of Life&lt;/strong&gt; ”.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para conectividade dos circuitos WAN estamos utilizando placas com interfaces seriais. Toda a conectividade WAN tem a oferecer uma conexão ponto a ponto de um circuito dedicado com encapsulamento padrão utilizado pela cisco HDLC. A placa oferecida para essa conectividade é a WIC-2T que pode ser consultada através do site da &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/docs/routers/access/interfaces/roadmaps/wic1_2t.html#wp1045155&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;Cisco&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;h2 id=&#34;4-funcionalidade&#34;&gt;4)    Funcionalidade&#xA;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;  Este laboratório consiste na demostração de uma tecnologia disponibilizada pela Cisco, na qual é referenciada ao protocolo NBAR. Através deste &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/prod/collateral/iosswrel/ps6537/ps6558/ps6612/ps6653/prod_qas09186a00800a3ded_ps6616_Products_Q_and_A_Item.html&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;link&lt;/a&gt; você pode obter mais informações referenciando-se ao NBAR.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Dentro desse contexto podemos analisar alguns comandos que utilizamos neste laboratório através de documentações da Cisco, para qual pode facilitar o entendimento de todos os recursos disponibilizados. Esse protocolo foi desenvolvido para fazer o mapeamento da rede em produção, com a intenção de facilitar e montar uma estrutura de planejamento para o QoS. Uma configuração coletada automáticamente pode ser aplicada posteriormente nas interfaces desejadas da sua rede. As aplicações que são referenciadas para esse protocolo pode ser consultada através desse &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/qos/command/reference/qos_m1.html#wp1068796&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;link&lt;/a&gt;, no qual vai trazer o tipo de protocolo, porta conhecida e qual versão de IOS vai suporta esse recurso.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Como o NBAR é um protocolo default do IOS nós podemos habilitar através de um comando, para que seja identificado o tipo de tráfego que esta passando por aquela interface. A linha de comando para esse recurso seria:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;Router&amp;gt; enable&lt;br&gt;&#xA;Router# configure terminal&lt;br&gt;&#xA;Router(config)# interface ethernet 2/4&lt;br&gt;&#xA;Router(config-if)# ip nbar protocol-discovery&lt;br&gt;&#xA;Router(config-if)# end&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Nessa linha de raciocíonio podemos utilizar esse recurso para eventuais “ troubleshooting “, com a capacidade de demonstrar ao seu cliente que o maior consumo de tráfego esta sendo utilizado em uma determinada aplicação. Neste exemplo podemos avaliar quais aplicações estão sendo descobertas pelo protocolo e qual o consumo em bytes/packets.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34;&gt;&lt;code&gt;Router# show ip nbar protocol-discovery interface FastEthernet 6/0&#xA;&#xA; FastEthernet6/0&#xA;                            Input                    Output&#xA;   Protocol                 Packet Count             Packet Count&#xA;                            Byte Count               Byte Count&#xA;                            5 minute bit rate (bps)  5 minute bit rate (bps)&#xA;   ------------------------ ------------------------ ------------------------&#xA;   igrp                     316773                   0&#xA;                            26340105                 0&#xA;                            3000                     0&#xA;   streamwork               4437                     7367&#xA;                            2301891                  339213&#xA;                            3000                     0&#xA;   rsvp                     279538                   14644&#xA;                            319106191                673624&#xA;                            0                        0&#xA;   ntp                      8979                     7714&#xA;                            906550                   694260&#xA;                            0                        0&#xA;   .&#xA;   .&#xA;   .&#xA;   Total                    17203819                 151684936&#xA;                            19161397327              50967034611&#xA;                            4179000                  6620000&#xA;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;  Para os comandos de match podemos consultar esse &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/qos/command/reference/qos_m1.html#wp1068796&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;documento&lt;/a&gt; e para as validações referentes ao protocol-discovery podemos avaliar por esse &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/qos/command/reference/qos_i1.html#wp1060357&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;documento&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Em nosso laboratório as configurações exercidas para reconhecimento dos protocolos exemplicados foi através desse método:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;Router(config)# class-map ICMP&lt;br&gt;&#xA;Router(config-cmap)# match protocol icmp&lt;br&gt;&#xA;Router(config)# class-map HTML&lt;br&gt;&#xA;Router(config-cmap)# match protocol http&lt;br&gt;&#xA;Router(config)# class-map FTP&lt;br&gt;&#xA;Router(config-cmap)# match protocol ftp&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Gostaria de ressaltar que nesse exercíco estamos exercendo a marcação de pacote na saída do circuito de internet ( R1 ) conectado com o mundo exterior, porém essa técnica não é valida para nosso mundo real, pois em nenhum momento o acesso a rede mundial vai entender a marcação desse pacote. Para um entendimento e disponibilidade de recursos internos o exemplo relacionado a HTTP dentro da rede interna seria de mais fácil disponibilização para a demostração do laboratório.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Toda a conectividade desses circuitos foram exercidadas através de uma largura de banda 1,544Mbps e dentro desse valor suposições de valores para cada classe foi definida, reservando as maiores bandas para o tráfego que teria maior demanda nessa simulação. Por padrão do IOS, quando são definidos “ &lt;strong&gt;class-map&lt;/strong&gt; “ e posteriormente criado a “ &lt;strong&gt;policy-map&lt;/strong&gt; “, a banda que fica definida para efeito de cálculo no momento de aplicar “ &lt;strong&gt;service-policy&lt;/strong&gt; “ é de máximo 75% da banda configurada para a interface.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Com isso fiz a definição:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;1500K – ( .75 * 1500 ) = 375K&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Nesse caso iremos utilizar para efeito de cálculo 1125kbps. Com isso os valores designados para cada tipo de protocolo foi:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;HTTP =&lt;/strong&gt; 500Kbps&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;SMTP =&lt;/strong&gt; 150Kbps&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;FTP =&lt;/strong&gt; 190Kbps&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;Management =&lt;/strong&gt; 10Kbps&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;ICMP =&lt;/strong&gt; 10Kbps&lt;br&gt;&#xA;&lt;strong&gt;Default =&lt;/strong&gt; 265Kbps&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Lembrando-se que esses valores podem ser definidos da melhor forma que você achar dentro da sua rede. Os valores definidos para este exercício foi devido a facilidade de conseguir demonstrar através de um acesso simples ao protocolo &lt;strong&gt;HTTP.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Como o protocolo é default do IOS, podemos ter aplicações que não conseguem serreconhecidas através desse recurso automático, portanto devemos fazer o download de um arquivo que a Cisco designou como sendo PDLM ( &lt;strong&gt;Protocol Description Language Module&lt;/strong&gt; ). O NBAR analisa os pacotes e compara eles com as regras existentes no PDLM. Para fazer o download do arquivo segue a &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.ciscopowerednetwork.net/en/US/docs/ios/qos/configuration/guide/nbar_app_recog_mods.html#wp1027195&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;instrução&lt;/a&gt; ( apenas usuários cadastrados podem fazer download desse arquivo )&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Após o download podemos configurar conforme explicação no documento da Cisco:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;Router&amp;gt; enable&lt;br&gt;&#xA;Router# configure terminal&lt;br&gt;&#xA;Router(config)# ip nbar pdlm flash://citrix.pdlm&lt;br&gt;&#xA;Router(config)# end&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Para validação se o arquivo foi habilitado dentro do equipamento, podemos avaliar através:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;Router# show ip nbar pdlm&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;The following PDLMs have been loaded:&lt;br&gt;&#xA;flash://citrix.pdlm&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Não é sempre que o PDLM padrão fornecido atenderá nossa necessidades. Você pode querer adicionar suporte para um protocolo de rede específico, que precisa ser classificado e marcado no QoS ou para efeitos de acompanhamento personalizado. Essa pergunta é respondida com a “ &lt;strong&gt;PDLM custom&lt;/strong&gt; “, o arquivo personalizado é chamado de &lt;strong&gt;custom.pdlm&lt;/strong&gt;, que tem que ser carregado e então modificado conforme as exigências do protocolo.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  O IOS que pode ter esse recurso personalizado foi construído na versão 12.X, e a Cisco tem introduzido essa personalização, onde usando “ &lt;strong&gt;ip nbar custom NAME [parameters]&lt;/strong&gt; “ comando, você pode definir seus protocolos customizados. Para vocês que querem saber sobre como o arquivo foi carregado e como pode ser alterado segue o &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.cisco.com/en/US/tech/tk543/tk757/technologies_tech_note09186a0080094ac5.shtml&#34;  target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;link&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Outro recurso que podemos visualizar através do NBAR seria o mapeamento de portas que existem para as aplicações que temos definidas pelas RFCs, porém eu tenho a capacidade de definir para uma determinada aplicação em qual porta ela poderia trabalhar alterando esse parâmetro. Por padrão segue um output resumido:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;pre tabindex=&#34;0&#34;&gt;&lt;code&gt;R2_1721#sh ip nbar port-map&#xA;port-map bgp                      udp 179&#xA;port-map bgp                      tcp 179&#xA;port-map bittorrent               tcp 6881 6882 6883 6884 6885 6886 6887 6888&#xA;port-map citrix                   udp 1604&#xA;port-map citrix                   tcp 1494&#xA;port-map cuseeme                  udp 7648 7649 24032&#xA;port-map cuseeme                  tcp 7648 7649&#xA;port-map dhcp                     udp 67 68&#xA;port-map directconnect            tcp 411 412 413&#xA;port-map dns                      udp 53&#xA;port-map dns                      tcp 53&#xA;port-map edonkey                  tcp 4662&#xA;port-map exchange                 tcp 135&#xA;port-map fasttrack                tcp 1214&#xA;port-map finger                   tcp 79&#xA;port-map ftp                      tcp 21&#xA;port-map gnutella                 udp 6346 6347 6348&#xA;port-map gnutella                 tcp 6346 6347 6348 6349 6355 5634&#xA;port-map gopher                   udp 70&#xA;port-map gopher                   tcp 70&#xA;port-map h323                     udp 1300 1718 1719 1720 11720&#xA;port-map h323                     tcp 1300 1718 1719 1720 11000 - 1999&#xA;.&#xA;.&#xA;Omitted&#xA;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;  Para executar a alteração da porta para o serviço desejado devemos fazer no modo de configuração global:&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;blockquote&gt;&#xA;        &lt;p&gt;R2_1721(config)#ip nbar port-map sqlnet tcp 63000 63001&lt;/p&gt;&#xA;&#xA;    &lt;/blockquote&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Um video foi disponibilizado na nossa seção “&lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/video-aula-2/&#34;  title=&#34;Video Aula&#34;&#xA;    &gt; Video Aula&lt;/a&gt; “ para demonstrar o funciomento desse protocolo. Esses vídeos foram disponibilizados em 3 partes, devido a quantidade de minutos para esse laboratório. Os arquivos de configurações podem ser obtidos da nossa seção &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/arquivos/&#34;  title=&#34;Arquivos&#34;&#xA;    &gt;Arquivos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  No próximo post irei demonstrar através do WireShark o cabeçalho IP ( ToS ) com a marcação dos pacotes exercidas dentro do nosso ambiente de estudos.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PS.:&lt;/strong&gt; Agradecimentos a Alis Silva pelo fornecimento do rack.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item></channel>
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