<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
    <channel>
        <title>Jumbo Frame on Cisco Redes</title>
        <link>https://ciscoredes.com.br/categories/jumbo-frame/</link>
        <description>Recent content in Jumbo Frame on Cisco Redes</description>
        <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
        <language>pt-br</language>
        <lastBuildDate>Fri, 30 Jan 2015 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://ciscoredes.com.br/categories/jumbo-frame/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml" /><item>
            <title>Protocolo Vetor Distância / Link State – Roteamento Estático</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2015/01/30/vetor-distancia-link-state-estatico/</link>
            <pubDate>Fri, 30 Jan 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2015/01/30/vetor-distancia-link-state-estatico/</guid>
            <description>&lt;img src=&#34;https://ciscoredes.com.br/wp-content/uploads/2012/07/internet.jpg&#34; alt=&#34;Featured image of post Protocolo Vetor Distância / Link State – Roteamento Estático&#34; /&gt;&lt;p&gt;Olá caros,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Depois de um longo período sem muitas novidades e abordagem de temais mais técnicos para nossos leitores, segue uma nova vídeo aula na qual gostaria de trazer mais um assunto importante para os profissionais que estão estudando o &lt;strong&gt;CCNA&lt;/strong&gt;, ou pessoas que estão estudando de um modo geral para Redes. Neste tópico iremos falar sobre roteamento estático, protocolo vetor de distância e protocolo link state.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Neste post estou oferecendo uma forma diferente, onde eu não irei escrever sobre o assunto, mas vocês irão obter informações e os métodos explicativos dentro da nossa vídeo aula.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Nessa apresentação eu vou explicar sobre a diferença entre os protocolos link state e vetor de distância, bem como sobre a funcionalidade de roteamento estático e modos de configuração.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Segue abaixo nossa &lt;strong&gt;vídeo aula&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Lembrando-se que essa mesmo vídeo aula está disponível em nosso canal do&lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://www.youtube.com/channel/UCK3ajvnb34srsGEh-HlcV6A&#34;  title=&#34;Video Aula&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt; youtube&lt;/a&gt; e também em nossa seção de &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;https://ciscoredes.com.br/video-aula-2/&#34;  title=&#34;Video Aula&#34;&#xA;    &gt;Video Aulas&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Espero que vocês tenham gostado e espero comentários. 🙂&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item><item>
            <title>Protocolo OSPF – parte 1</title>
            <link>https://ciscoredes.com.br/2012/02/23/protocolo-ospf-parte-1/</link>
            <pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
            <guid>https://ciscoredes.com.br/2012/02/23/protocolo-ospf-parte-1/</guid>
            <description>&lt;p&gt;Olá Pessoal,&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Gostaria de iniciar um assunto que hoje é muito utilizado no nosso dia a dia, e nele temos vários pontos a se discutir e com certeza para aprender. Iremos iniciar uma sequencia de posts para trazer os conceitos desse protocolo IGP que é muito utilizado dentro das corporações.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;– Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  O protocolo OSPF (Open Shortest Path First), definido pela &lt;a class=&#34;link&#34; href=&#34;http://www.ietf.org/rfc/rfc2328.txt&#34;  title=&#34;RFC 2328&#34;&#xA;     target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&#xA;    &gt;RFC 2328&lt;/a&gt;, é um protocolo IGP (Interior Gateway Protocol), ou seja, desenhado para uso em um Sistema Autônomo Interno ( intra-AS ). O protocolo OSPF foi desenvolvido para atender às necessidades colocadas pelas comunidades da Internet, que demandavam um protocolo IGP eficiente, não-proprietário e operacional  com outros protocolos de roteamento.&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  OSPF baseia-se na tecnologia “ &lt;strong&gt;link-state&lt;/strong&gt; ”, que é bem diferente e bem mais avançada que a tecnologia utilizada em protocolos puramente vetoriais, como o RIP.  Como mencionado, nos temos dois tipos de tecnologia que está envolvida com os protocolos de roteamento, que seria link state e vetor distância, veja quais são as diferenças:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Vetor de Distância:&lt;/strong&gt; Os protocolos que utilizam dessa tecnologia tem como a principal característica a quantidade de saltos, ou seja, a cada ” hop ” para alcançar aquela determinada rede que você deseja, ela será incrementada na distância ” saltos “.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Link State:&lt;/strong&gt; Os protocolos que utilizam dessa tecnologia tem como a principal característica em trabalhar através do estado do link, ou seja, a métrica inserida para esse tipo de protocolo é baseado em caracteristicas como banda, delay, confiabilidade, carga etc.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Através desses pontos podemos citar as características essenciais que o protocolo utiliza dentro do ambiente:&lt;/p&gt;&#xA;&lt;ul&gt;&#xA;&lt;li&gt;Não existe limite de saltos para o OSPF&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;OSPF permite a utilização de VLSM&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Podemos fazer utilização de criptografia para a troca das tabelas de roteamento&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Toda atualização/anúncio das redes dentro do protocolo são executadas através de endereços multicast&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;OSPF permite a execução de balanceamento de carga mais eficaz&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Dentro do protocolo podemos fazer a utilização de uma hierarquia mais avançada com a utilização de areas. Fazendo dessa forma um método mais controlado de sumarização de rotas e atualizações de tabela de roteamento.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;OSPF permite marcações de rotas vindo de outros protocolos externos como BGP, permitindo um rastreamento dessas redes.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;li&gt;Devido a todos esses pontos citados, obviamente que esse protocolo irá fazer uma utilização maior de CPU e memória, devido a diversos pontos adicionais que ele utiliza para controle do protocolo de roteamento, além do que ele consegue montar uma árvore completa da rede.&lt;/li&gt;&#xA;&lt;/ul&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Após essa breve explicação de OSPF, iremos avançar para nosso próximo post com os conceitos do algoritmo SPF ( Dijkstra ).&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;  Aguardem cenas do próximo capítulo 😀&lt;/p&gt;&#xA;&lt;p&gt;Abs,&lt;br&gt;&#xA;Rodrigo&lt;/p&gt;&#xA;</description>
        </item></channel>
</rss>
